domingo, 30 de abril de 2017

Boto-cor-de-rosa - Manaus - Amazonas AM - Brasil

       


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Boto-cor-de-rosa - Manaus


Boto-cor-de-rosa, boto-vermelho, boto-rosa, boto-malhado, boto-branco, boto, costa-quadrada, cabeça-de-balde ou uiara são nomes comuns dados a 3 espécies de golfinhos fluviais (não confundir com golfinhos, que pertencem à família Delphinidae) do gênero Inia. As espécies se distribuem nas bacias dos rios Amazonas e Solimões (I. geoffrensis), na sub-bacia Boliviana (I. boliviensis) e na bacia do rio Araguaia (I. araguaiaensis).
 É o maior golfinho de água doce, e um dos cetáceos com dimorfismo sexual mais evidente, com os machos medindo e pesando 16% e 55% mais do que as fêmeas. Os adultos apresentam uma coloração rosada, mais proeminente nos machos. Como outros odontocetos, possui um órgão chamado melão utilizado para ecolocalização. A nadadeira dorsal é pequena, mas é muito larga e as suas nadadeiras peitorais são grandes. Esse recurso, juntamente com o seu tamanho médio e a falta de fusão nas vértebras cervicais conferem-lhe uma grande capacidade de manobra para navegar na floresta inundada e capturar suas presas. Tem a dieta mais ampla entre os odontocetos, alimentando-se principalmente de peixes, mas completando com tartarugas e caranguejos. Na época das chuvas se desloca para as áreas alagadas da floresta, onde há uma maior oferta de alimentos.
 Em 2011, foi classificada pela IUCN na categoria de espécies com dados insuficientes, devido à incerteza em relação ao número total da população, a sua tendência e o impacto das ameaças. Não é alvo de caça significativa, mas nas últimas décadas tornaram-se frequentes capturas acidentais em redes de pesca. Por sua coloração rosada chama a atenção e é uma das espécies de golfinhos mantida em cativeiro em vários aquários do mundo, principalmente nos Estados Unidos, Venezuela e Europa, no entanto, é de difícil manutenção e tem uma alta taxa de mortalidade em cativeiro.
 "Boto-branco", "boto-vermelho", "boto-cor-de-rosa" e "boto-malhado" são referências a sua coloração, especialmente da região ventral, que é branca com tendência para o avermelhado.[4] "Uiara" vem do tupi ï'yara, que significa "senhora da água".[5] O epíteto específico homenageia o naturalista francês Étienne Geoffroy Saint-Hilaire.
 A espécie foi descrita em 1817 por Henri Marie Ducrotay de Blainville como Delphinus (Delphinorhynchus) geoffrensis.[7] Em 1824, Alcide d'Orbigny descreveu o Inia boliviensis como uma espécie distinta, criando assim um novo gênero.[8] Em 1846, John Edward Gray recombinou o nome científico cunhado por de Blainville para Inia geoffroyii. Em 1855, Paul Gervais recombinou a espécie para Inia geoffrensis.
 Três subespécies são tradicionalmente aceitas:
 Inia geoffrensis geoffrensis (de Blainville, 1817) - bacia do Amazonas
 Inia geoffrensis boliviensis d'Orbigny, 1834 - região do alto Madeira, abaixo das cachoeiras de Teotônio, entre Guajará-Mirim e Porto Velho
 Inia geoffrensis humboldtiana Pilleri & Gihr, 1977 - bacia do Orinoco
 Em 1977, uma análise morfológica e morfométrica com base em indivíduos depositados em museus considerou a população boliviana uma espécie distinta. A distinção foi contestada uma vez que os caracteres utilizados eram muito variáveis para serem utilizados na distinção das populações em duas espécies distintas, e podiam significar apenas uma variação clinal.[13] Com base na morfologia do crânio, em 1994, foi proposto novamente que o I. g. boliviensis representava uma espécie distinta,[14] entretanto, devido ao pequeno número de espécimes analisados a conclusão foi enviesada.
 Alguns autores seguiram o arranjo taxonômico de considerar a população boliviana como uma espécie distinta,[16] enquanto outros continuaram a tratá-la como uma subespécie.
 No início da década de 2000, a hipótese de duas espécies válidas foi analisada com estudos moleculares e genéticos. Análises de DNA mitocondrial, genes do citocromo b mitocondrial e sequências de intron nuclear demonstraram uma grande variação entre a população da Bolívia e a do Amazonas-Orinoco, demonstrando uma distinção à nível de espécie.[18][19][20][15] Um novo estudo morfológico também demonstrou a existência de duas espécies válidas.
 Estudos de sequências de mtDNA control region e de DNA microssatélite demonstraram que duas linhagens de botos ocorrem na bacia do Orinoco. Essas linhagens originaram-se de dois processos migratórios independentes do Amazonas para o Orinoco, uma a cerca de 4.300 anos e outra a 5.800 anos. Os botos do Orinoco são parafiléticos em relação aos do Amazonas, e derivados destes. Sendo assim, a subespécie I. g. humboldtiana não é sustentada por dados moleculares. Estudos morfométricos e craniométricos também demonstraram que as populações do Orinoco e Amazonas não podem ser diferenciadas.
 Dentre os golfinhos de água doce, é o que apresenta a maior distribuição geográfica ocorrendo em uma área de cerca de sete milhões de quilômetros quadrados, e podendo ser encontrado em seis países da América do Sul: Bolívia, Brasil, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela. Ocorre em todos os afluentes do rio Amazonas, incluindo lagos e pequenos cursos d’água, desde sua foz, próxima a Belém, até sua nascente nos rios Marañón e Ucayali, no Peru. Seus limites são estabelecidos por cachoeiras intransponíveis, como as dos rios Xingu e Tapajós no Brasil, e por águas muito rasas. Uma série de quedas d’água e cachoeiras no rio Madeira isolaram a população ao sul da bacia amazônica na Bolívia. O boto também está distribuído na bacia do rio Orinoco, com exceção do rio Caroni e porção superior do rio Caura na Venezuela. A única conexão entre o Orinoco e o Amazonas é através do canal de Cassiquiare.
 A distribuição do boto nos rios e áreas adjacentes depende da época do ano, na estação seca habita os leitos dos rios, mas na época das chuvas, quando os rios transbordam, estão espalhados por áreas alagadas tanto nas floresta (igapó) como nas planícies (várzeas) inundadas.[24] Não tolera águas salobras, sendo ausente nos estuários tanto do Amazonas quanto do Orinoco.
 O boto-cor-de-rosa é o maior dos golfinhos fluviais, com os machos atingindo 2,55 metros de comprimento e 185 quilogramas e as fêmeas 2,15 metros e 150 quilogramas. Possui uma estrutura corpórea encorpada e robusta, mas extremamente flexível. As vértebras cervicais não fundidas permitem o movimento da cabeça em todas as direções. O rostro é longo e estreito e o melão é bem distinto, mas pequeno e flácido, podendo ser alterado no formato por controle muscular. Os olhos são pequenos mas funcionais, e a visão é bom tanto sob como abaixo da água. As nadadeiras peitorais são grandes e largas com formato de remo, a nadadeira dorsal é pouco proeminente e as nadadeiras caudais são triangulares e largas. Possui um terço das mandíbulas fundidas. A dentição é heterodonte e o número de dentes por ramo varia de 22 a 35.
 A coloração nos adultos depende da temperatura e turbidez da água, da idade e da localização geográfica. Adultos que vivem em rios turvos tendem a ser rosados, em rios mais claros a região dorsal é acinzentada e o ventre e flancos rosados. Os juvenis são cinza escuros.[11][25] Apresenta um forte dimorfismo sexual, sendo os machos 16% maiores e 55% mais pesados que as fêmeas, e também mais rosados.
 Geralmente de hábito solitário, raramente é visto em grupos com mais de três indivíduos, exceto na época reprodutiva. Quando visto em pares, geralmente é a mãe e o filhote. As migrações sazonais estão relacionadas com a migração dos cardumes e ao ciclo anual das águas. Apresentam uma área de vida, mas não têm comportamento territorial. São nadadores lentos atingindo 2,4 a 5,1 km/h, com picos de >22,5 km/h. raramente saltam.
 Partilha a área de ocorrência com o tucuxi (Sotalia fluvitialis), que não é um golfinho estritamente fluvial.
 Alimenta-se principalmente de peixes, mas por causa da dentição consegue segurar e esmagar presas com carapaças, fazendo com que caranguejos (Poppiana argentiniana) e tartarugas (Podocnemis sextuberculata) entrem na sua dieta. Mais de 50 espécie de peixes já foram catalogadas, entre os quais as espécies das famílias Scianeidae, Cichlidae e Characidae são consumidas com maior frequência. O tamanho das presas oscila entre 5 e 80 centímetros com média de 20 cm. Os peixes são capturados com os dentes anteriores, e depois passados aos posteriores para serem partidos e posteriormente engolidos.
 Geralmente se alimentam sozinhos, caçando tanto durante o dia quanto a noite; entretanto os picos de maior atividade ocorre entre 6:00 e 9:00 horas e entre 15:00 e 16:00 horas. Consome cerca de 2,5% de seu peso corpóreo ao dia.
 A estação reprodutiva coincide com os baixos níveis de água. Os nascimentos concentram-se com o pico das cheias nos rios. A gestação dura entre 10 e 11 meses. O filhote nasce com cerca de 80 centímetros de comprimento. Os machos atingem a maturidade sexual quando atingem 200 centímetros de comprimento e as fêmeas entre 160 e 175 centímetros, geralmente entre 6 e 7 anos de vida. A lactação dura em média 1 ano e o intervalo entre partos é de 2 a 3 anos.
 O boto foi classificado como vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) até 2011, quando foi reclassificado para uma categoria de espécies com dados insuficientes devido a quantia limitada de informações disponíveis sobre ameaças, ecologia e do número e tendência da população.[2] Na Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção (CITES) está listada no "Apêndice II", e na Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS) também aparece no "Apêndice II".
 Nas áreas onde os botos foram estudados, a espécie parece estar bem distribuída e é relativamente abundante. Entretanto, estas áreas representam só uma pequena proporção da distribuição total da espécie e frequentemente são lugares com alguma proteção. Por esse motivo, as informações dessas regiões podem não ser representativas e/ou válidas a longo prazo.
 O boto-cor-de-rosa está presente em diversos aquários ao redor do mundo. A primeira captura registrada foi em fevereiro de 1956, em Leticia, Colômbia, quando uma expedição do Silver Springs Nature Theme Park capturou quatro exemplares para expor nos Estados Unidos.



Manaus


Manaus é um município brasileiro, capital do estado do Amazonas, localizado na Região Norte do país. É uma cidade histórica e portuária, localizada no centro da maior floresta tropical do mundo. Pertence à mesorregião do Centro Amazonense e à microrregião homônima, está siituada na confluência dos rios Negro e Solimões, sendo uma das cidades brasileiras mais visitadas por turistas, o que a coloca como o décimo maior destino turístico do país. Destaca-se pelo seu patrimônio arquitetônico e cultural, com notáveis museus, teatros, templos, palácios e bibliotecas. Está localizada no extremo norte do país, a 3 490 quilômetros de Brasília.
É o município mais populoso do Amazonas e da Região Norte do Brasil, com sua população estimada em 2,1 milhões de habitantes, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2016. Em nível nacional, Manaus é o sétimo município mais populoso, depois de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Fortaleza e Belo Horizonte, além da 131ª mais populosa do mundo. É sede da Região Metropolitana de Manaus, a décima primeira mais populosa do Brasil, com 2 568 817 habitantes, representando 1,22% da população total brasileira. Apesar de registrar uma das maiores economias do país e ser um de seus municípios mais populosos, Manaus possui um dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) dentre as capitais brasileiras, com 0,737 pontos (considerado alto), o que a coloca na 23ª colocação entre as capitais estaduais do país, à frente somente de outras quatro capitais. Em sua região metropolitana, o índice é ainda mais baixo, com 0,720 pontos, o menor resultado entre as 16 principais regiões metropolitanas brasileiras.
Originalmente fundada em 1669 pelos portugueses com o forte de São José do Rio Negro, foi elevada à vila em 1832 com o nome de Manaos, em homenagem à nação indígena dos manaós, sendo legalmente transformada em cidade no dia 24 de outubro de 1848 com o nome de Cidade da Barra do Rio Negro. Somente em 4 de setembro de 1856 voltou a ter seu nome atual. Ficou conhecida no começo do século XX como a Paris dos Trópicos, devido a sua intensa modernização durante a época áurea da borracha, atraindo investimentos estrangeiros e imigrantes de algumas partes do mundo, sobretudo franceses. Nessa época foi batizada como "Coração da Amazônia" e "Cidade da Floresta". Atualmente, seu principal motor econômico é o setor terciário, respondendo pela maior parte de seu Produto Interno Bruto. Em seguida, o setor secundário, destacando-se o Polo Industrial de Manaus.
Com a sexta maior economia do Brasil por PIB municipal, a cidade aumentou gradativamente a sua participação na composição do setor econômico brasileiro nos últimos anos, passando a responder por 1,2% da economia brasileira. No ranking da revista América Economía, Manaus aparece como uma das 30 melhores cidades no ramo de negócios da América Latina, ficando à frente de capitais de países sul-americanos como Caracas, Assunção e Quito. A capital foi uma das doze cidades-sede brasileiras da Copa do Mundo de 2014, assim como uma das cinco subsedes das Olimpíadas Rio 2016. 



Amazonas AM


Amazonas é uma das 27 unidades federativas do Brasil, sendo a maior delas em território, com uma área de 1 559 159,148 km², constituindo-se na nona maior subdivisão mundial, sendo maior que as áreas da França, Espanha, Suécia e Grécia somadas. Seria o décimo sexto maior país do mundo em área territorial, pouco superior à Mongólia. É maior que a Região Nordeste com seus nove estados, e equivale a 2,25 vezes a área do estado norte-americano do Texas. A área média de seus 62 municípios é de 25 335 km², superior à área do estado brasileiro de Sergipe. O maior de seus municípios em extensão territorial é Barcelos, com 122 476 km² e o menor é Iranduba, com 2 215 km². Pertencente à Região Norte do Brasil, é a segunda unidade federativa mais populosa desta macrorregião, com seus 4 milhões de habitantes em 2016, sendo superado apenas pelo Pará. No entanto, apenas dois de seus municípios possuem população acima de 100 mil habitantes: Manaus, a capital e sua maior cidade com 2,1 milhões de habitantes em 2016, que concentra cerca de 50% da população do estado, e Parintins, com pouco mais de 112 mil habitantes. O estado é ainda, subdividido em 13 microrregiões e 4 mesorregiões. Seus limites são com o estado do Pará ao leste; Mato Grosso ao sudeste; Rondônia e Acre ao sul e sudoeste; Roraima ao norte; além da Venezuela, Colômbia e Peru ao norte, noroeste e oeste, respectivamente.
 Em 1850, no dia 5 de setembro, foi criada a Província do Amazonas, desmembrada da Província do Grão-Pará. Os motivos que levaram à criação da Província do Amazonas foram muitos, em especial, a grandíssima área territorial administrada pelo Grão-Pará, com capital em Belém, e as tentativas fracassadas do Peru em ampliar suas fronteiras com o Brasil, com o apoio dos Estados Unidos. O estado possui um dos mais baixos índices de densidade demográfica no país, superior apenas ao do estado vizinho, Roraima. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2016 a densidade demográfica equivale a 2,54 habitantes por quilômetro quadrado.
 Detém 98% de sua cobertura florestal preservada e um dos maiores mananciais de água doce do planeta, proveniente da maior rede hidrográfica do mundo. A hidrografia do estado, entretanto, sofre grande influência de vários fatores como precipitação, vegetação e altitude. Em geral, os rios amazonenses são navegáveis e formam sua maior rede de transporte. Possui o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) (empatado com o Amapá) e o maior PIB per capita entre todos os estados do Norte do Brasil. A Região Metropolitana de Manaus, com uma população superior aos 2,5 milhões de habitantes e sendo a maior em área territorial do mundo, é sua única região metropolitana. O Pico da Neblina, ponto culminante do Brasil, também está localizado no território amazonense. 




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